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terça-feira, 30 de novembro de 2010

Guirlanda de rolhas – reciclando rolhas de vinho e espumantes

É Natal. Vamos usar aquelas rolhas de vinho e espumantes que colecionamos durante o ano inteiro.

Existem várias formas de produzir uma guirlanda de rolhas, muitas delas na Internet. Eu escolhi fazer do meu modo, usando um arame rígido e uma mangueirinha de filtro para servir de base para a colagem das rolhas.

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Comece colando as rolhas no sentido longitudinal, pelo lado de dentro, para começar a estruturar a guirlanda. Eu usei SuperBond como cola. Bastam algumas gotas.

Após concluir a parte interna, comece a externa usando a mesma técnica.

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Concluídas as duas circunferências, comece por colar a terceira carreira escondendo a mangueira. Procure soldar as rolhas em todos os pontos de contato, dando resistência ao conjunto. Veja nos detalhes abaixo:

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Feito isso, sua guirlanda está pronta para receber a decoração com fitas e laços. Veja nos exemplos garimpados na Internet suas diversas formas. Aproveite o Natal e o Ano Novo, para juntar mais rolhas e aumentar o corpo de sua guirlanda.

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Ainda com rolhas, podem ser produzidos tapetes e suportes para panelas. O importante é construir seus trabalhos com rolhas recicladas, dando um novo destino e utilidade para um lixo difícil de decompor. Evite comprar rolhas para produzir seus enfeites. Afinal, as rolhas usadas sempre trazem boas lembranças.

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Tapetes com rolhas, veja no blog artes da lisandra e o suporte de panelas no cacareco.

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quarta-feira, 24 de novembro de 2010

A Bicicleta – De bem com o Planeta

Ciclovias?  Trânsito? Segurança?

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Com o crescente trânsito de ciclomotores, a bicicleta tem se mostrado um dos melhores meios de locomoção tanto para passeio quanto para o trabalho. Além de ser uma das melhores e mais saudáveis alternativas de transporte, colabora para que não se polua o meio ambiente.

Vantagens para o uso da bicicleta:

  • Preço acessível;
  • Baixo custo de manutenção;
  • Baixo impacto sobre o meio ambiente;
  • Melhoria da saúde dos usuários - bem estar físico e mental,
  • É ao mesmo tempo, um meio de transporte e de lazer;
  • Não requer combustível;
  • Em congestionamento ou de interrupção de tráfego, o ciclista encontra meios de prosseguir sua viagem;
  • Menor necessidade de espaço público;
  • O custo da infra-estrutura para bicicletas é muito inferior: menor espaço viário e estacionamento, capacidade de suporte da pavimentação, sem falar em sinalização e controle.

Agora que você ficou animado, antes de ir de bicicleta para o trabalho, adote algumas medidas e leia o restante do artigo:

  • Fazer um exame clínico
  • Acostume-se com a idéia
  • Cuidados com a roupa
  • Usar equipamentos de proteção
  • Andar sempre do lado direito da rua
  • Fique atento ao clima
  • Tenha sempre um plano B
  • Pedalar no máximo 15 Km

Veja também Revista Proteção e Dicas para o Ciclista.

Bicicleta e ciclovias pelo Mundo

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Na Cidade Luz, Paris, a partir do dia 15 de julho, um dia após o aniversário da revolução francesa, mais de 20 mil bicicletas são colocadas pelo Poder Público, em 1250 locais diferentes, sobretudo nas estações de metrô, para que a população possa se locomover. Mediante o pagamento de uma pequena taxa anual a pessoa poderá retirar uma bicicleta e pedalar até o lugar onde precisa ir. No Brasil, na cidade do Rio de Janeiro, um serviço semelhante já funciona há dois anos com pouco sucesso.

No Japão, exemplo do uso adequado da bicicleta, ela é usada não como um lazer, mas sim como meio de transporte. As pessoas usam diariamente, para ir ao trabalho, ir a escola, entregar comida, levar os filhos para escola, ou fazer compras, enfim, até os policiais a utilizam. Jovens, crianças, idosos, executivos, não importa, qualquer um utiliza a bicicleta como meio de se locomover. Claro que as ruas ajudam, pois em sua grande maioria são planas.

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Os estacionamentos são tão cheios que muitas vezes os donos esquecem onde deixaram sua Bike. Quando não encontram, muitas pessoas simplesmente pegam outra qualquer.

Existem duas faixas, a de pedestres e a de ciclistas, proporcionando maior segurança tanto a pedestres quanto a ciclistas.

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Na Bélgica, em cidades como Bruxelas e Antuérpia, esse sistema também foi adotado. Em Bruxelas, com o depósito de uma caução, as pessoas utilizam uma bicicleta à vontade. Elas podem pedalar para qualquer ponto da cidade onde haja um estacionamento e, ao devolverem a bicicleta, retiram o dinheiro depositado, portanto o uso deste transporte é gratuito.

A China, país que sempre chamou a atenção pelo uso da bicicleta, vive hoje a invasão automobilística, fato que tem preocupado as autoridades. Na capital, mais de 2 milhões de pessoas se locomovem de bicicleta, no entanto a falta de segurança preocupa.

Na Alemanha, mais precisamente em Berlim há um sistema de bicicletas públicas, cuja localização é controlada por satélite. O custo é de oito centavos de euro por minuto, chegando ao máximo de 15 euros por dia. Este custo pode baixar para seis centavos de euro por minuto se a pessoa, ao pegar a bicicleta em qualquer ponto da cidade que escolher, telefonar para a empresa que administra o sistema e informar o número do seu cartão de crédito.

O Brasil possui apenas 600 quilômetros de vias para uso exclusivo de bicicletas, as chamadas ciclovias. Este número é pequeno se comparado à frota nacional que é hoje de 50 milhões de bicicletas. O Ministério das Cidades, por meio do Programa Brasileiro de Mobilidade Bicicleta Brasil, está incentivando o uso da bicicleta como transporte nas cidades. De acordo com o diretor do Departamento de Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades, Renato Buareto, a idéia do governo é financiar projetos que incentivem o uso da bicicleta principalmente nos deslocamentos de pequenas distâncias. “O transporte com bicicleta não rompe grandes distâncias, que se faz com transporte motorizado. Mas existem distâncias de 3, 4 a 5 km, entre a residência e a escola ou trabalho, por exemplo, que podem ser percorridas por bicicletas”, explica o diretor.

No Brasil, várias são as cidades onde a bicicleta é usada como um dos grandes meios de locomoção pela população. Especialmente aos Domingos, onde as ciclovias (fechamento de ruas da cidade aos veículos motorizados com o tráfego destinado exclusivamente a ciclistas, pedestres e outros modos de transporte e recreação não motorizados), são um evento. Veja também ciclovias no domingo.

Cáceres no Mato Grosso; Campo Bom, no Rio Grande do Sul; Joinville, em Santa Catarina, e tantas outras cidades são exemplos de bom uso da bicicleta. Em São Paulo, cidade de trânsito intenso e terreno acidentado, o Prefeito Gilberto Kassab, sancionou uma lei criando o sistema cicloviário do município. Estão previstas inúmeras medidas para facilitar o uso das bicicletas.

Curitiba hoje possui cerca de 120 quilômetros de ciclovias. Ampliar esse número é uma das demandas atuais da cidade e faz parte do Plano de Mobilidade do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano (IPPUC). As ciclovias existentes foram construídas há dez anos com o objetivo de conectar os parques. Hoje, há um pensamento de eleger novas prioridades para a construção de ciclovias.

Sorocaba foi citada pelo portal da internet Yahoo como um dos exemplos brasileiros por sua rede de ciclovias. Além de Sorocaba, o site menciona como exemplos Santos (SP), Aracajú (SE), Rio de Janeiro (RJ) e Afuá (PA), além do início da implantação de ciclofaixas na cidade de São Paulo. Para saber mais, basta acessar os sites socialbike ou eu vou de bike.

O Plano Cicloviário de Sorocaba representa um novo conceito de qualidade de vida e mobilidade urbana, pois garante segurança aos ciclistas, estimula o lazer e a prática de atividades físicas, além de oferecer uma opção econômica e não poluente de transporte. A meta do plano é viabilizar 100 quilômetros de ciclovias interligados até 2012, o que permitiria a circulação entre todas as regiões da cidade. Atualmente, a cidade conta com 65Km concluídos.

No ano passado, Sorocaba foi a primeira das cidades de São Paulo com mais de 100 mil habitantes a receber o certificado “Município Verde Azul”. A cidade ainda recebeu um prêmio especial "Agir Localmente, Pensar Globalmente", pela maior rede ciclovias do “Melhor Ciclovia do Estado” e ainda o prêmio “Franco Montoro”, pela maior nota entre os municípios do Comitê de Bacias Hidrográficas do Rio Sorocaba e Médio Tietê.

Por outro lado, em muitas cidades do interior, a bicicleta é meio de transporte obrigatório,  já que existe um número muito pequeno de linhas de ônibus. Certos lugares, principalmente no meio rural, a bicicleta chega a ser o único meio de transporte, devido as longas distâncias que têm que ser percorridas pela população até as escolas, postos de saúde, ponto de ônibus etc.

destaca4 Um bom exemplo é São Simão em Mato Grosso, onde só existe um ônibus que passa num único povoado uma vez por dia. Neste povoado, apesar da existência de um batalhão do exército e diversas fazendas, a dificuldade de comunicação e transporte é enorme. Basta dizer que nas imediações do batalhão só existe uma linha de ônibus e um posto telefônico, “orelhão”, que nem sempre funciona. A bicicleta neste caso é meio de sobrevivência.

O Rio de Janeiro tem hoje muitas ciclovias. A prefeitura ampliou o número das chamadas "Zonas 30": conjunto de ruas internas em vários bairros da cidade que passam a ter limite de 30 km/h para estimular o uso da bicicleta e permitir uma relação compartilhada entre motoristas, ciclistas e pedestres. Em 2009, foi criada a "Zona 30" de Copacabana e, agora em 2010, serão beneficiados os bairros de Santa Cruz, Campo Grande, Bangu, Anchieta, Del Castilho, Grajaú, Ilha do Governador, Jacarepaguá e Ipanema.

Saliente-se que devido à falta de segurança, só é possível pedalar com mais tranqüilidade durante o dia e, mesmo assim, em alguns lugares os assaltos à ciclistas são freqüentes. É o caso do Aterro do Flamengo, Praça Princesa Izabel e Lagoa Rodrigo de Freitas, dentre outros. Veja neste endereço alguns exemplos: Mapa do roubo de bicicletas do Rio de Janeiro.

Em relação ao sistema de bicicletas públicas, até o momento, não surtiu resultados positivos, seja pela insegurança, seja pela dificuldade de acesso (só pela internet), e mesmo assim é direcionado principalmente para turistas.

image Em Brasília, cidade considerada ideal para o uso de bicicletas, com todas as suas vantagens viárias e topográficas, muitas são as entidades e organizações não governamentais, como a "Rodas da Paz", que vem se unindo para implementar iniciativas que visem estimular o uso desse meio de transporte.

Será que a alegação das autoridades públicas de que estariam investindo em alternativas de transportes para os trabalhadores de baixa renda é verdadeira?

Veja esta matéria. Ciclistas são alvo de assaltantes no Distrito Federal.

O fato é que nenhum trabalhador utiliza as tais ciclovias praianas para se locomover de casa ao trabalho.

Por outro lado, de nada adianta fazer ciclovias para uso dos trabalhadores se não existe um mínimo de segurança para o ciclista. Além disso, é necessária a construção áreas de estacionamento seguro para suas bicicletas. Ou será que alguém acredita que o trabalhador vá para o trabalho com sua bolsa de trabalho, documentos e pertences do seu trabalho, pedalando, sozinho, pelas ciclovias, para depois, durante o expediente, deixar sua bicicleta encostada em algum meio-fio?

Muito oportuna a criação pelo “mundo da bike”, da oração do Ciclista:

“Senhor Deus, Vós que permitistes a beatificação de São Cristóvão, protetor dos motoristas, dai-nos também um anjo protetor que nos ajude a pedalar em paz e segurança nas ciclovias, nos parques, nas trilhas e principalmente nas ruas e estradas.

Livrai-nos dos maus motoristas, dos pedestres desatentos, dos ladrões e dos irmãos afoitos, que pela ausência de campanha educativa, desrespeitam as leis e o código de nacional de trânsito. Fazei com que os cães, melhor amigo dos homens e das crianças, não nos persigam e não ponham em risco a nossa vida.

Lembrai-nos que, pedalando, ganhamos tempo, economizamos combustível, não poluímos o ambiente e promovemos o desenvolvimento físico e que a bicicleta é um instrumento de trabalho e ganha pão dos mais humildes.

Despertai nas autoridades a importância da segurança do ciclista, pois ele é também filho do Senhor.

Não nos deixei cair em tentação de trocar a bicicleta por automóvel e quando isso acontecer, fazei-o respeitar a bicicleta e o ciclista. Amém”.

“Mais importante que uma ciclovia para a bicicleta é um caminho para o ciclista, pois esse é o caminho da cidadania.”

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Cuidar da natureza é cuidar da vida

WWF-Brasil lança o movimento “Cuidar da natureza é cuidar da vida”

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O WWF Brasil lança o movimento “Cuidar da natureza é cuidar da vida”, sobre a importância da conservação da biodiversidade, como um alerta às conseqüências que o descuido com a natureza pode provocar. Associada à meta do WWF-Brasil de contribuir para que a sociedade brasileira alcance o desmatamento zero até 2015, a iniciativa teve uma primeira etapa que, durante o mês de setembro, instigou a população a responder à pergunta “O que você precisa pra viver?”. Sem saber que o WWF-Brasil era o autor da campanha, foram enviadas respostas variadas. Ao lançar o movimento, a organização responde que “Para viver você precisa que a natureza também viva” e apresenta uma lista com 10 áreas prioritárias para a criação de novas unidades de conservação na Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica e Pantanal.

Amor, amigos, sol, saúde e família foram as principais respostas da primeira etapa coletadas nas ruas, no Twitter, no Facebook e no Youtube. “A ausência da natureza nesse tipo de preocupação mostra a necessidade de valorização desse tema na opinião pública nacional”, afirma Denise Hamú, secretária-geral do WWF-Brasil. “Esse processo de conscientização sobre o papel que a biodiversidade tem na vida de todos nós é mais urgente do que nunca, pois não é exagero dizer que, vivemos uma crise de biodiversidade, que coloca em risco a nossa saúde e meios de subsistência. Podemos reverter essa situação, por isso a campanha pretende indicar soluções para a sociedade brasileira.”

A resposta “Para viver você precisa que a natureza também vivasustenta sua argumentação na manutenção dos serviços ecológicos, como o equilíbrio climático e a prevenção e recuperação de desastres ambientais; no uso direto da biodiversidade, como os recursos naturais que fornecem remédios, fibras e combustíveis para a garantia do nosso bem-estar; na segurança de estoques de alimentos naturais como peixes, frutas e verduras; e no uso público, pois as áreas protegidas também podem ser fonte de lazer e aprendizado. Sem esquecer os benefícios econômicos, pois a biodiversidade é um recurso do qual dependem famílias, comunidades e gerações futuras.

A campanha de comunicação integrada foi criada pela agência Repense, e incluí ações on-line, com foco nas mídias sociais, propaganda e ações de mobilização urbana que serão implementadas nos próximos meses. Grandes empresas também aderiram à primeira etapa do movimento, apoiando a disseminação da mensagem. O Walmart Brasil veiculou a vinheta “O que você precisa para viver?” em quatro mil televisores em suas lojas por meio de seu canal TV Walmart; o Yazigi divulga em sua rede que conta com 420 escolas; a Seguros Unimed espalhou peças da campanha por sua comunicação interna; e os hotéis da rede Sol Meliá em Brasília prepararam uma comunicação especial para engajar os hóspedes no movimento, com cartazes nos elevadores e cartões-postais na recepção. A indústria farmacêutica Boehringer Ingelheim programou a distribuição de cartões postais da campanha e sementes para o público do Edifício Rochaverá, o primeiro empreendimento greenbuilding de São Paulo.

WWF-Brasil propõe a criação de unidades de conservação em 10 áreas prioritárias

Em tempos relativamente recentes, o mundo começou a perder espécies e habitats a uma velocidade alarmante. Na área de farmacologia, a estimativa é que entre 50 mil e 70 mil espécies vegetais sejam fontes de ativos para uso na medicina tradicional e moderna em todo o mundo. A poluição, o uso excessivo dos recursos naturais e a expansão urbana e industrial levam muitas espécies à extinção. A cada ano, aproximadamente 17 milhões de hectares de floresta tropical são desmatados. Avaliações sugerem que, se esse ritmo se mantiver, entre 5% e 10% das espécies que habitam as florestas tropicais poderão estar extintas dentro dos próximos 30 anos.

Por isso, uma ação diretamente ligada ao movimento é a proposta de criação de unidades de conservação em dez áreas prioritárias. Estes espaços instituídos pelo poder público terão a finalidade de conservar as características naturais relevantes em cada área. A lista criada pelo WWF-Brasil é uma sugestão para o governo brasileiro alcançar, ainda em 2010, as metas de cobertura natural protegida por unidades de conservação estabelecidas pela Convenção sobre Diversidade Biológica da Organização das Nações Unidas (CDB).

Os focos são a Reserva Extrativista Baixo Rio Branco – Jauaperi (Amazonas), o Parque Nacional dos Lavrados (Roraima), o Parque Nacional Chapada dos Veadeiros (Goiás), o Parque Nacional Boqueirão da Onça (Bahia) e outras unidades no Cerrado do Amapá, no Tabuleiro do Embaubal (Pará), no Croa (Acre), no extremo Sudoeste do Pantanal e em Bertioga, São Paulo. No âmbito da CDB, o governo brasileiro se comprometeu a garantir a cobertura, por unidades de conservação, de 10% em cada bioma (conforme a área original) e de 30% na Amazônia. Hoje, somando todas as unidades existentes no País, ainda resta proteger aproximadamente 2,5% do território nacional em área terrestre e 8,5% em área marinha.

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Links relacionados: http://www.wwf.org.br/cuidardanatureza

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terça-feira, 23 de novembro de 2010

Garrafas PET – cadeiras, poltronas ou pufes

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É fácil montar móveis com garrafas PET? Agora que a técnica foi desenvolvida, a resposta é sim.

Se hoje a confecção de móveis com garrafas PET já está se tornando uma prática conhecida, isto se deve ao espírito inventivo e ao pioneirismo do Prof. Sebastião Feijó, criador da técnica.

Material necessário:

  • Garrafas plásticas de dois litros (200 a 250 para a poltrona e 40 a 50 para o pufe)
  • Tesoura
  • Fita adesiva larga ( ou barbante nº 6/8 )

1 – MONTANDO A PEÇA DE RESISTÊNCIA

1.1 Separe uma garrafa limpa, vazia e sem rótulo. Vamos chama-la de peça "a":

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1.2 Pegue uma garrafa e corte-a ao meio. Vamos chamar a parte de baixo de peça "b" e a de cima de peça "c": clip_image001[4]clip_image001[6]clip_image001[8]
1.3 Corte outra garrafa ao meio. Vamos chamar a parte de baixo de peça "d" e a de cima de peça "e": clip_image001[10]clip_image001[12]clip_image001[14]

1.4 Encaixe a peça "c" dentro da peça "b":

DICA: use uma chave de fenda para ajudar a encaixar as peças.

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1.5 Encaixe a peça "a" dentro da peça "b+c": clip_image001[22]clip_image001[24]clip_image001[26]
1.6 Encaixe a peça "d" por cima da peça "a+b+c" clip_image001[28]clip_image001[30]clip_image001[32]

Está pronta a PEÇA DE RESITÊNCIA

 

2 – MONTANDO O ASSENTO DA CADEIRA

2-1. Faça 16 peças de resistência e prenda-as, duas a duas, com fita adesiva, formando oito duplas:

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2-2. Junte novamente os conjuntos de dois em dois, formando quatro grupos de quatro peças de resistência:

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2-3. Mais uma vez amarre de dois em dois, formando dois grupos de oito peças de resistência:

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2-4. Amarre os dois grupos de oito peças de resistência para formar o ASSENTO DA CADEIRA:

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3 – MONTANDO O ENCOSTO DA CADEIRA

3-1. Encaixe três peças "b+c" por cima da peça de resistência, formando um tubo. Faça dois tubos dessa maneira.

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3-2. Faça mais dois tubos, dessa vez encaixando quatro peças "b+c" sobre a peça de resistência. Amarre os quatro tubos com fita adesiva para formar o ENCOSTO DA CADEIRA:

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3-3. Faça mais dois tubos, dessa vez encaixando quatro peças "b+c" sobre a peça de resistência. Amarre os quatro tubos com fita adesiva para formar o ENCOSTO DA CADEIRA:

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3-4. Junte o ENCOSTO ao ASSENTO com várias voltas de fita adesiva para ficar bem firme.
ESTÁ PRONTA A CADEIRA!

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Pronto. Uma almofada e uma cobertura com um bonito tecido completa o projeto.

Mãos a obra. Veja outras soluções a seguir.

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