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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Saco é um saco – Lei estimula o uso de menos sacolas plásticas

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Para quem ainda não sabe, com a aprovação, em 2009, da Lei 5502/09, que foi uma iniciativa de Carlos Minc, ficou determinado, no Rio de Janeiro, a substituição e recolhimento de sacolas plásticas em estabelecimentos comerciais, como supermercados.

A Lei não proíbe as sacolas plásticas, mas estimula a redução gradativa do seu uso nos estabelecimentos para a proteção do meio ambiente, já que elas levariam no mínimo 100 anos para se decompor na natureza.
Em todo o mundo são produzidos 500 bilhões de unidades a cada ano, o equivalente a 1,4 bilhão por dia ou a 1 milhão por minuto. No Brasil, 1 bilhão de sacolas são distribuídas nos supermercados mensalmente - o que dá 66 sacolas por brasileiro ao mês.

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No total, são 210 mil toneladas de plástico filme, a matéria-prima das sacolas, ou 10% de todo o detrito do país. Não há dúvida: é muito lixo. Algumas alternativas estão sendo adotadas. Uma delas, muito popular na Europa e nos Estados Unidos, é o uso de sacolas de pano ou sacos e caixas de papel. Em Nova York, as que levam a inscrição "Eu não sou uma sacola de plástico" viraram febre.

Em São Francisco, as sacolas de plástico foram banidas. Somente as feitas de produtos derivados do milho ou de papel reciclado podem ser usadas. Outra solução é a cobrança de uma taxa por sacola, como acontece na Irlanda desde 2002. O dinheiro é revertido em projetos ambientais.

No Brasil, a principal alternativa são as sacolas de plástico oxibiodegradáveis. Elas vêm com um aditivo químico que acelera a decomposição em contato com a terra, a luz ou a água. O prazo de degradação é até 100 vezes menor - ou seja, uma sacola leva apenas três anos para desaparecer. O governo do Paraná distribui gratuitamente essas sacolas.

No Rio, a partir do dia 16 de julho,  começou  a fiscalização da lei

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Pioneira no país, a nova regulação oferece aos supermercados três opções:

    1- Dar um desconto de R$ 0,03 (três centavos) a cada cinco itens comprados sem o uso de sacola plástica;

2- trocar cada 50 bolsas retornadas por um 1 kg de alimento da cesta básica;

3- fornecer bolsas reutilizáveis. 

Os estabelecimentos também terão que exibir uma mensagem educativa que ensina ao consumidor que as sacolas plásticas levam até 100 anos para se decompor e estimula a sua substituição por sacolas reutilizáveis.

Quem quiser reclamar do descumprimento da lei, pode ligar para o INEA (Instituto Estadual do Ambiente), no telefone (21)2332-4604.

2 comentários:

  1. fale o que pennnnnseeeeeeeeee

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  2. a natureza é o único livro que oferece um conteudo valioso em todas as suas folhas

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